terça-feira, maio 19, 2009
Muito divertido.
Sabe não é todo dia que eu vejo algo que me faz ficar orgulhoso do senso de humor da minha Igreja...
sábado, maio 16, 2009
Pobreza não é incomodo?
- Traduz um sentimento assim: quando essas pessoas vão sair daí? Como se os pobres fossem incômodos. (...) Nós queremos cada vez mais é ampliar as portas de entrada para que os pobres cada vez mais tenham entradas no Brasil. Portas de entrada para a inclusão, portas de entrada para o trabalho, portas de entrada para a educação, portas de entrada para a dignidade, para a cidadania." Patrus classificando como "muito ruim" a expressão portas de saída, usada para caracterizar uma etapa posterior ao programa de transferência de renda. (citado, blog)
Não vou comentar a parte sobre porta de saída, ou mesmo as partes sobre noticiar as irregularidades nos programas sociais.
Só vou comentar a parte mais estranha. A existência dos pobres não é um incômodo? Eles não incomodam não? Pessoalmente eu me sinto bem incomodado com a existência de pobres no mesmo mundo que o meu. Que diabos o ministro do 'social' no governo lula não se incomoda com a existência de pobres no Brasil? (quiçá no mundo...)
Deve incomodar, é óbvio que tem que incomodar, todo mundo que pensa, em verdade, deve ficar incomodado com a existência de pobres (no caso do bolsa família miseráveis na verdade), se não por sentimento, pelo fato que isso atrapalha sua segurança pessoal.
O ministro deveria pensar um pouco nos significados daquilo que ele fala, afinal uma vez dita as palavras não pertencem ao seu emissor.
ps. E reclamar de que se noticie irregularidades??? Ele devia agradecer, criar inclusive um serviço para receber denuncias e prometer que os casos serão resolvidos.
Não vou comentar a parte sobre porta de saída, ou mesmo as partes sobre noticiar as irregularidades nos programas sociais.
Só vou comentar a parte mais estranha. A existência dos pobres não é um incômodo? Eles não incomodam não? Pessoalmente eu me sinto bem incomodado com a existência de pobres no mesmo mundo que o meu. Que diabos o ministro do 'social' no governo lula não se incomoda com a existência de pobres no Brasil? (quiçá no mundo...)
Deve incomodar, é óbvio que tem que incomodar, todo mundo que pensa, em verdade, deve ficar incomodado com a existência de pobres (no caso do bolsa família miseráveis na verdade), se não por sentimento, pelo fato que isso atrapalha sua segurança pessoal.
O ministro deveria pensar um pouco nos significados daquilo que ele fala, afinal uma vez dita as palavras não pertencem ao seu emissor.
ps. E reclamar de que se noticie irregularidades??? Ele devia agradecer, criar inclusive um serviço para receber denuncias e prometer que os casos serão resolvidos.
domingo, maio 10, 2009
Sem título
A propósito das manifestações “alegres” sobre a ‘criminalização’ dos ‘movimentos socais’ (nem todos, afinal a CUT, FIESP e os partidos políticos não reclamam de estarem sendo criminalizados embora por vezes mereçam) creio que importante relembrar o papel, modo e campo para o dissenso numa democracia, aqui tomada em seus caracteres mais formais.
Não deve existir num ambiente democrático nenhuma idéia não criticável, muito ao contrário a possibilidade de criticar e exigir deve ser o mais ampla possível, inclusive pelos meios mais capazes de atingir a atenção e consciência de terceiros (mas não me parece no sentido de ser possível obrigar a alguém da abrir espaço em pauta a ninguém, empresas de mídia têm dono mesmo), mas todo dissenso, enquanto parte de um ambiente democrático e merecedor de respeito, deve ir apenas até a não concretização de qualquer violência, não importa o quanto o dissidente se considere justificado.
O dissidente, normalmente minoritário, busca o convencimento de terceiros de sua opinião e deve ser livre para se associar e exprimir suas manifestações neste sentido, mas quando um ‘movimento social’ muda de método temos um problema, bem não considero que haja realmente alguma dúvida, mas atualmente temos sim problemas. Deve-se analisar até onde as ações de um grupo podem ser consideradas respaldadas pela sua ‘causa’, e aqui devemos realmente buscamos nos colocar na posição do outro [pois temos a tendência de sempre dizer ‘aos amigos(ou aliados) tudo, aos inimigos a lei’] e pensar como regaríamos se eles também resolvessem utilizar de métodos similares. Caso tal ocorresse que faríamos? Diríamos que eles são criminosos ou ‘apenas’ reclamaríamos de sua ‘equivocada’ visão do mundo?
Não posso dizer que muitas das ações dos ‘movimentos sociais’ possam ser respaldadas. Não me parece uma atitude passível de defesa democrática a ocupação de propriedades estatais ou particulares com o impedimento ou não de ações/atividades de terceiros (inda mais que exercício das próprias razões é entre nós crime). Tal modo de ‘expressão’ mais ‘física’, muitas vezes acompanhada de agressões ou de atividades visando calar ou reduzir a capacidade de expressão de um ponto de vista contrário, são de ranço não apenas autoritário, mas também totalitário, mas principalmente antidemocrático, e como tais estão ao além das margens do que uma sociedade que se queria democrática pode, ou melhor deve permitir.
Digo deve permitir, pois creio que se um Estado (democrático e plural e de direito) relaxar em suas obrigações para com sua própria estrutura e consistência, capacidade mesmo de auto-manutenção, ele vai não apenas cortejar um desastre, mas vai falhar para com aqueles que apóiem seus ideais e princípios primeiros os traindo por alguma posição cômoda. Talvez exagere, mas foi por um conjunto de pequenas traições aos pressupostos de um estado democrático de direito que o nazismo chegou ao poder na Alemanha, não creio que o mesmo possa acontecer aqui, mas é demasiado evidente que a permissão para ações com algum grau de violência (ou qualquer alteração unilateral das relações sociais fáticas pelos meios legitimamente autorizados para tal – governo – por mais lentos que sejam) vai gerar nos outros grupos, em especial naqueles que se oponham mais diametralmente as idéias forçadas, a sensação de estarem sendo colocados de lado e não mais representados pelo Estado e portanto uma visão de permissão e necessidade de também saírem dos parâmetros democráticos, algo capaz de desconstruir todo arcabouço de legitimidade de uma sociedade anteriormente organizada.
ps. devo deixar consignado, em tempo, que não creio que a justiça brasileira criminalize ninguém, temos uma tradição de apaziguamento muito forte, e de todo modo, para o judiciário declarar alguém criminalizado o indivíduo, ou grupo, vai ter ou muito pouca sorte ou ser um alvo prioritário e por mais que grupos organizados da sociedade possam reclamar de alguma repressão eles não são alvos prioritários de nossa criminalização; cujos órgãos preferem muito mais indivíduos – o mais anônimos o possível – como alvo.
Não deve existir num ambiente democrático nenhuma idéia não criticável, muito ao contrário a possibilidade de criticar e exigir deve ser o mais ampla possível, inclusive pelos meios mais capazes de atingir a atenção e consciência de terceiros (mas não me parece no sentido de ser possível obrigar a alguém da abrir espaço em pauta a ninguém, empresas de mídia têm dono mesmo), mas todo dissenso, enquanto parte de um ambiente democrático e merecedor de respeito, deve ir apenas até a não concretização de qualquer violência, não importa o quanto o dissidente se considere justificado.
O dissidente, normalmente minoritário, busca o convencimento de terceiros de sua opinião e deve ser livre para se associar e exprimir suas manifestações neste sentido, mas quando um ‘movimento social’ muda de método temos um problema, bem não considero que haja realmente alguma dúvida, mas atualmente temos sim problemas. Deve-se analisar até onde as ações de um grupo podem ser consideradas respaldadas pela sua ‘causa’, e aqui devemos realmente buscamos nos colocar na posição do outro [pois temos a tendência de sempre dizer ‘aos amigos(ou aliados) tudo, aos inimigos a lei’] e pensar como regaríamos se eles também resolvessem utilizar de métodos similares. Caso tal ocorresse que faríamos? Diríamos que eles são criminosos ou ‘apenas’ reclamaríamos de sua ‘equivocada’ visão do mundo?
Não posso dizer que muitas das ações dos ‘movimentos sociais’ possam ser respaldadas. Não me parece uma atitude passível de defesa democrática a ocupação de propriedades estatais ou particulares com o impedimento ou não de ações/atividades de terceiros (inda mais que exercício das próprias razões é entre nós crime). Tal modo de ‘expressão’ mais ‘física’, muitas vezes acompanhada de agressões ou de atividades visando calar ou reduzir a capacidade de expressão de um ponto de vista contrário, são de ranço não apenas autoritário, mas também totalitário, mas principalmente antidemocrático, e como tais estão ao além das margens do que uma sociedade que se queria democrática pode, ou melhor deve permitir.
Digo deve permitir, pois creio que se um Estado (democrático e plural e de direito) relaxar em suas obrigações para com sua própria estrutura e consistência, capacidade mesmo de auto-manutenção, ele vai não apenas cortejar um desastre, mas vai falhar para com aqueles que apóiem seus ideais e princípios primeiros os traindo por alguma posição cômoda. Talvez exagere, mas foi por um conjunto de pequenas traições aos pressupostos de um estado democrático de direito que o nazismo chegou ao poder na Alemanha, não creio que o mesmo possa acontecer aqui, mas é demasiado evidente que a permissão para ações com algum grau de violência (ou qualquer alteração unilateral das relações sociais fáticas pelos meios legitimamente autorizados para tal – governo – por mais lentos que sejam) vai gerar nos outros grupos, em especial naqueles que se oponham mais diametralmente as idéias forçadas, a sensação de estarem sendo colocados de lado e não mais representados pelo Estado e portanto uma visão de permissão e necessidade de também saírem dos parâmetros democráticos, algo capaz de desconstruir todo arcabouço de legitimidade de uma sociedade anteriormente organizada.
ps. devo deixar consignado, em tempo, que não creio que a justiça brasileira criminalize ninguém, temos uma tradição de apaziguamento muito forte, e de todo modo, para o judiciário declarar alguém criminalizado o indivíduo, ou grupo, vai ter ou muito pouca sorte ou ser um alvo prioritário e por mais que grupos organizados da sociedade possam reclamar de alguma repressão eles não são alvos prioritários de nossa criminalização; cujos órgãos preferem muito mais indivíduos – o mais anônimos o possível – como alvo.
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quinta-feira, maio 07, 2009
Curtas e variadas.
"Monsters vs. Aliens" deve ser muito melhor que "X-Men Origins: Wolverine". O que não diz muito sobre o desenho, mas apenas que o 'filme' 2 do wolverine (o primeiro foi "X-men III: Wolverine e seus amiginhos mutantes!") é realmente muito ruim. Nível de "Dragonball". A questão é apesar de ter esta certeza por que diabos eu paguei 16 contos para assistir ele? E mais, se alguém for ver o filme não fique para depois dos créditos. Só tem uma ceninha escrota dele bebendo uma dose de uísque no Japão e dizendo que "é para lembrar"...
Alguém já notou como hoje em dia um mísero 3 a 0 em jogo de futebol é chamado volta e meia de goleada?? Que inferno, goleada não precisa de pelo menos uns 4 gols não??? Deve ser por que de uns tempos para cá 1 a 0 virou placar 'ótimo'!
Fantástica a opção do Brasil na disputa para o cargo de diretor-geral da UNESCO. Com dois brasileiros na disputa (um deles que já trabalha lá a tempos e tem apoio de países pouco importantes como EUA, China, França e Índia, o outro o senador Cristovam Buarque, mas este o Lula ia mandar o Itamaraty sacanear mesmo) nós vamos apoiar um egípcio conhecido por declarações anti-semitas!!! Por que? Porque os países árabes são mais importantes que tudo... Mas tem problema não, na verdade acho que faz parte do plano de perder todas as eleições nestes órgãos internacionais de nosso governo, mas afinal eles são inúteis mesmo não são??
Ao que parece vem ai "lei de Imprensa II: A missão!", por que político que é político brasileiro não vai querer ficar sem um porretinho para brandir contra os órgãos de imprensa. Daqui o Lula fala que não ter um lei para limitar a liberdade de imprensa é um absurdo, aguardem.
É incrível como por algum motivo (falta de acessor formado em direito quem sabe?) político acha que devolver valor desviado de sua finalidade aos 'cofres' públicos resolve alguma coisa e não só isso! Ficam ANUNCIANDO!! Como se fosse demonstração de probidade!?!?!?!?!?!!!
E a bolsa família, cada vez mais 'gatos' (duplo sentido buscado) estão sendo encontrados nela! Pois nada como ajudar os pobres... Os pobres gatos de coordenadores do programa, seus amigos e familiares...
E nosso Congresso consegue piorar sua vida... Primeiro 'esquece' de votar vetos presidencias e quando 'se lembra' de o fazer... Votaram 58, sem ler e provavelmente no sistemão do "Quem vota pela manutenção permaneça como está (1.2.3.) mantido!!!"... Depois reclamam que acham aquilo um desperdício de grana... Não trabalham e quando resolvem disfarçar seu ócio nem conseguem cumprir suas mínimas funções... Votar mais de 900s vetos sem saber do que se trata?? Só não é o maior absurdo por que estamos onde estamos.
Alguém já notou como hoje em dia um mísero 3 a 0 em jogo de futebol é chamado volta e meia de goleada?? Que inferno, goleada não precisa de pelo menos uns 4 gols não??? Deve ser por que de uns tempos para cá 1 a 0 virou placar 'ótimo'!
Fantástica a opção do Brasil na disputa para o cargo de diretor-geral da UNESCO. Com dois brasileiros na disputa (um deles que já trabalha lá a tempos e tem apoio de países pouco importantes como EUA, China, França e Índia, o outro o senador Cristovam Buarque, mas este o Lula ia mandar o Itamaraty sacanear mesmo) nós vamos apoiar um egípcio conhecido por declarações anti-semitas!!! Por que? Porque os países árabes são mais importantes que tudo... Mas tem problema não, na verdade acho que faz parte do plano de perder todas as eleições nestes órgãos internacionais de nosso governo, mas afinal eles são inúteis mesmo não são??
Ao que parece vem ai "lei de Imprensa II: A missão!", por que político que é político brasileiro não vai querer ficar sem um porretinho para brandir contra os órgãos de imprensa. Daqui o Lula fala que não ter um lei para limitar a liberdade de imprensa é um absurdo, aguardem.
É incrível como por algum motivo (falta de acessor formado em direito quem sabe?) político acha que devolver valor desviado de sua finalidade aos 'cofres' públicos resolve alguma coisa e não só isso! Ficam ANUNCIANDO!! Como se fosse demonstração de probidade!?!?!?!?!?!!!
E a bolsa família, cada vez mais 'gatos' (duplo sentido buscado) estão sendo encontrados nela! Pois nada como ajudar os pobres... Os pobres gatos de coordenadores do programa, seus amigos e familiares...
E nosso Congresso consegue piorar sua vida... Primeiro 'esquece' de votar vetos presidencias e quando 'se lembra' de o fazer... Votaram 58, sem ler e provavelmente no sistemão do "Quem vota pela manutenção permaneça como está (1.2.3.) mantido!!!"... Depois reclamam que acham aquilo um desperdício de grana... Não trabalham e quando resolvem disfarçar seu ócio nem conseguem cumprir suas mínimas funções... Votar mais de 900s vetos sem saber do que se trata?? Só não é o maior absurdo por que estamos onde estamos.
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terça-feira, maio 05, 2009
Aproveitando o assunto do sujeito do Irã...
comento o tal projeto de criminalização da negação do holocausto no Brasil.
Como ação política para mostrar para o rapaz nervoso do Irã a que bandas se anda por aqui, mas como ação verdadeira é algo meio ridículo.
Explico, não sou a favor de que se negue o holocausto, pelo mesmo motivo que não acho que dá para negar a ocorrência da 2ª Grande Guerra, ou que se lançaram 2 bombas nucleares no Japão. São fatos, tipo como o céu aparenta ser azul ou 2+2 são igual que nem a 4. Mas, não vou por ai prendendo quem diz que isso está errado, doido é doido, alguns são muito perigosos, mas cassar a palavra de um deles é muito pior que os danos de o deixar falar. Até por que ataca um dos pilares do Ocidente (e algo que estes paísezinhos de merda islamicos ditariais pulhas do oriente médio não conseguiram entender até hoje vai saber por que cargas d'água) que a a liberdade de pensamento e expressão não importa quão ridículo ou desagradável seja o que você queria dizer (alguém se lembra do papel lamentável e covarde de muitos países europeus fizeram na época? Eu não, e os bárbaros de maomé tb não) você deve ser protegido para o dizer, algo que inclusive teve grande vitória no Brasil com o enterro, já atrasado, daquela coisa e cancro que era a 'lei de imprensa' (que por algum motivo inda era usada por juiz de primeiro grau por todo Brasil... inclusive os que ouvem as vozes roucas das ruas hehehe), agora vamos proibir um tipo de afirmação???
Vamos proibir também que se ensine a teoria do criacionismo, que alguém defenda que a terra é plana ou que ela é o centro do universo com normas penais também!
Talvez isso tenha alguma utilidade para tornar mais erradas as teorias, embora eu duvide.
Uma vez eu li que ao proibir a discussão da existência do holocausto aparenta-se ter medo de ser convencido da sua não existência. Alguém, se não por artigo de fé, acha mesmo que ele não ocorreu???
ps. pessoalmente não acho que boa parte dos muçulmanos sejam bárbaros ou ignorantes, pelo menos não mais que cristãos ou judeus (embora estes dois últimos tipos por vezes deram mais sorte no local de nascimento e tem mais liberdade crítica por isso) obviamente posso ser convencido do contrário a qualquer tempo. Só não posso ser convencido de imbecilidades do tipo que algo não pode ser ironizado, existem limites para a liberdade de expressão e de idéias, que charges tem importância para uma religião, que violência contra 'agressões' verbais ou escritas seja desculpável ou que alguém tenha que pedir desculpa por ter criticado algo.
Como ação política para mostrar para o rapaz nervoso do Irã a que bandas se anda por aqui, mas como ação verdadeira é algo meio ridículo.
Explico, não sou a favor de que se negue o holocausto, pelo mesmo motivo que não acho que dá para negar a ocorrência da 2ª Grande Guerra, ou que se lançaram 2 bombas nucleares no Japão. São fatos, tipo como o céu aparenta ser azul ou 2+2 são igual que nem a 4. Mas, não vou por ai prendendo quem diz que isso está errado, doido é doido, alguns são muito perigosos, mas cassar a palavra de um deles é muito pior que os danos de o deixar falar. Até por que ataca um dos pilares do Ocidente (e algo que estes paísezinhos de merda islamicos ditariais pulhas do oriente médio não conseguiram entender até hoje vai saber por que cargas d'água) que a a liberdade de pensamento e expressão não importa quão ridículo ou desagradável seja o que você queria dizer (alguém se lembra do papel lamentável e covarde de muitos países europeus fizeram na época? Eu não, e os bárbaros de maomé tb não) você deve ser protegido para o dizer, algo que inclusive teve grande vitória no Brasil com o enterro, já atrasado, daquela coisa e cancro que era a 'lei de imprensa' (que por algum motivo inda era usada por juiz de primeiro grau por todo Brasil... inclusive os que ouvem as vozes roucas das ruas hehehe), agora vamos proibir um tipo de afirmação???
Vamos proibir também que se ensine a teoria do criacionismo, que alguém defenda que a terra é plana ou que ela é o centro do universo com normas penais também!
Talvez isso tenha alguma utilidade para tornar mais erradas as teorias, embora eu duvide.
Uma vez eu li que ao proibir a discussão da existência do holocausto aparenta-se ter medo de ser convencido da sua não existência. Alguém, se não por artigo de fé, acha mesmo que ele não ocorreu???
ps. pessoalmente não acho que boa parte dos muçulmanos sejam bárbaros ou ignorantes, pelo menos não mais que cristãos ou judeus (embora estes dois últimos tipos por vezes deram mais sorte no local de nascimento e tem mais liberdade crítica por isso) obviamente posso ser convencido do contrário a qualquer tempo. Só não posso ser convencido de imbecilidades do tipo que algo não pode ser ironizado, existem limites para a liberdade de expressão e de idéias, que charges tem importância para uma religião, que violência contra 'agressões' verbais ou escritas seja desculpável ou que alguém tenha que pedir desculpa por ter criticado algo.
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Entre os Tapas do STF
Ganhou notoriedade aquela triste cena entre os 'dignos' ministros Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa no STF, mas qual a utilidade daquilo??
Não tanto pata o Gilmar Mendes, ele conseguiu apoio virtualmente unânime de seus pares (o que vamos convir é o único que interessa para ele, afinal o sujeito tem um empregão vitalício e soberania em suas decisões das quais não precisa prestar contas para ninguém, um ambiente de trabalho no qual seus colegas te apoiem é apenas o que falta num quadro assim) e pode reafirmar suas posições.
Obviamente, o ministro Joaquim expressou o 'sentimento das ruas' seja lá qual for a utilidade disso.
Nem em salas de calouros de cursos jurídicos gritos e exaltação levam a muita simpatia, agora imagina no meio de um bando de juízes que ganham para parecerem sisudos e cordatos, dotados de profundo espírito racional, moral e reputação ilibada e em especial conhecimento jurídico...
Agora um amigo seu chega e expõe seu clube ao ridículo, por bons motivos talvez, mas faz todo mundo passar um papelão. Você vai ficar super contente com ele, não é?
Resultado, agora todo mundo naquele feliz e cordato colegiado vai ficar olhando torto para o sr. Barbosa e talvez também para tudo aquilo que ele produzir. Além dele ter gerado mal estar com seus colegas.
Atitude muito esperta se você está querendo mudar o modo de atuação de um órgão colegiado não? Nada como gerar simpatia por aquele que você quer enfraquecer.
Pessoalmente acho os dois errados, o Gilmar pois ele, vamos convir fala demais e o Supremo devia fazer mais para cobrir as omissões do Executivo e Legislativo; e o Joaquim por que isso de voz da ruas parece muito com o "espírito do povo" dos nacionais socialistas alemães. O STF deve sim aplicar as leis e normas constitucionais, mas deve fazer isso sempre, mesmo quando a opinião das ruas for outra.
Não tanto pata o Gilmar Mendes, ele conseguiu apoio virtualmente unânime de seus pares (o que vamos convir é o único que interessa para ele, afinal o sujeito tem um empregão vitalício e soberania em suas decisões das quais não precisa prestar contas para ninguém, um ambiente de trabalho no qual seus colegas te apoiem é apenas o que falta num quadro assim) e pode reafirmar suas posições.
Obviamente, o ministro Joaquim expressou o 'sentimento das ruas' seja lá qual for a utilidade disso.
Nem em salas de calouros de cursos jurídicos gritos e exaltação levam a muita simpatia, agora imagina no meio de um bando de juízes que ganham para parecerem sisudos e cordatos, dotados de profundo espírito racional, moral e reputação ilibada e em especial conhecimento jurídico...
Agora um amigo seu chega e expõe seu clube ao ridículo, por bons motivos talvez, mas faz todo mundo passar um papelão. Você vai ficar super contente com ele, não é?
Resultado, agora todo mundo naquele feliz e cordato colegiado vai ficar olhando torto para o sr. Barbosa e talvez também para tudo aquilo que ele produzir. Além dele ter gerado mal estar com seus colegas.
Atitude muito esperta se você está querendo mudar o modo de atuação de um órgão colegiado não? Nada como gerar simpatia por aquele que você quer enfraquecer.
Pessoalmente acho os dois errados, o Gilmar pois ele, vamos convir fala demais e o Supremo devia fazer mais para cobrir as omissões do Executivo e Legislativo; e o Joaquim por que isso de voz da ruas parece muito com o "espírito do povo" dos nacionais socialistas alemães. O STF deve sim aplicar as leis e normas constitucionais, mas deve fazer isso sempre, mesmo quando a opinião das ruas for outra.
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Never forget, never forgive?
http://www.dcomercio.com.br/especiais/2009/museu/home.htm
Site do museu virtual da corrupção, afinal aqui no Brasil para vc lembrar de que corrupto fez o que, rapaz... E é como dizem quem não lembra do passado o repete no futo, e o olha o Collor ai!!!
Site do museu virtual da corrupção, afinal aqui no Brasil para vc lembrar de que corrupto fez o que, rapaz... E é como dizem quem não lembra do passado o repete no futo, e o olha o Collor ai!!!
domingo, maio 03, 2009
Dinheiro Público....
...não tem cheiro, muito menos direção ou controle por estas paragens, não?
Mas pessoalmente acho que vai piorar, pelo menos se nosso mané de presidencia conseguir inda mais reduzir os controles, algo que ele já está fazendo. Algo como uma tia minha de uns 80 anos ao sair de Vila Velha para a Barra do Jucu ao ver a reserva: "Para que tanta arvore"...
A minha tia, que sempre trabalhou em propriedade rural familiar e ão teve grandes chances de educação achar isso é até normal, agora uma merda de um dirigente de nação abrir a boca só para defender desmandos (seja contra a natureza seja contra o tesouro público) é absurdamente inteligível.
Mas, somos um país inteligível. E trato decente da coisa pública é algo fantastico entre nós, basta lembrar que temos políticos aposentados! Ser representante popular aqui é uma profissão hahahahah
Mas pessoalmente acho que vai piorar, pelo menos se nosso mané de presidencia conseguir inda mais reduzir os controles, algo que ele já está fazendo. Algo como uma tia minha de uns 80 anos ao sair de Vila Velha para a Barra do Jucu ao ver a reserva: "Para que tanta arvore"...
A minha tia, que sempre trabalhou em propriedade rural familiar e ão teve grandes chances de educação achar isso é até normal, agora uma merda de um dirigente de nação abrir a boca só para defender desmandos (seja contra a natureza seja contra o tesouro público) é absurdamente inteligível.
Mas, somos um país inteligível. E trato decente da coisa pública é algo fantastico entre nós, basta lembrar que temos políticos aposentados! Ser representante popular aqui é uma profissão hahahahah
O reino fantástico.
Bem, tinha uma frase, cunhada até por um baiano mesmo, que dizia algo como:
"Pense num absurdo. Na Bahia tem precedente."
Mas, talvez por perseguição - afinal não é possível que o deputado barbalho não tenha feito coisa pior -, o estado do Pará está resolvido a virar o reino do fantástico no Brasil. Tem até pedido de intervenção federal, e nunca vi na mídia nacional tanta noticia sobre o Pará, e são de bisonhices e escândalos de todos os tipos. Desde ações muito tristes - como o caso da menina abusada numa delagacia (sem resultar em dano algum para a hierarquia dos responsáveis) - a decisões apenas ridículas (vide o fato de terem sido compradas para distribuíção no fórum social mundial mais de 10 camisinhas/pessoa/dia. que merda de ejaculação precoce é esta???), passando por diversos casos de nepotismo e mesmo pedofilia... Além das sempre presentes censuras a pedido de políticos...
Modo PT de governar??? (Não vamos esquecer o ex-governador das pensões vitalícias do Mato grosso, ele tb fez suas lambanças)
Pessoalmente acho que a Ana Júlia faz é oposição a ela mesma e a seu partido.
"Pense num absurdo. Na Bahia tem precedente."
Mas, talvez por perseguição - afinal não é possível que o deputado barbalho não tenha feito coisa pior -, o estado do Pará está resolvido a virar o reino do fantástico no Brasil. Tem até pedido de intervenção federal, e nunca vi na mídia nacional tanta noticia sobre o Pará, e são de bisonhices e escândalos de todos os tipos. Desde ações muito tristes - como o caso da menina abusada numa delagacia (sem resultar em dano algum para a hierarquia dos responsáveis) - a decisões apenas ridículas (vide o fato de terem sido compradas para distribuíção no fórum social mundial mais de 10 camisinhas/pessoa/dia. que merda de ejaculação precoce é esta???), passando por diversos casos de nepotismo e mesmo pedofilia... Além das sempre presentes censuras a pedido de políticos...
Modo PT de governar??? (Não vamos esquecer o ex-governador das pensões vitalícias do Mato grosso, ele tb fez suas lambanças)
Pessoalmente acho que a Ana Júlia faz é oposição a ela mesma e a seu partido.
Novamente.
Pois é lulão já abriu a boca para crime de responsabilidade de novo. Obvio que como ninguém leva a sério o que ele diz não vai ter problema algo.
Mas veja que país legal, ninguém se importa com declarações do presidente, ou as considera besteiras. País doidão não?
Mas veja que país legal, ninguém se importa com declarações do presidente, ou as considera besteiras. País doidão não?
quarta-feira, abril 29, 2009
Um curto retorno.
hoje descobri que tenho concordâncias, expostas neste blog, com dois grandes sujeitos, logo resolvi me gabar:
He who passively accepts evil is as much involved in it as he who helps to perpetrate it. He who accepts evil without protesting against it is really cooperating with it.
Injustice anywhere is a threat to justice everywhere.
Martin Luther King, Jr.
Nothing is more destructive of respect for the government and the law of the land than passing laws which cannot be enforced.
Albert Einstein
Fico tão emotivo com este tipo de coisa...
hehehe
He who passively accepts evil is as much involved in it as he who helps to perpetrate it. He who accepts evil without protesting against it is really cooperating with it.
Injustice anywhere is a threat to justice everywhere.
Martin Luther King, Jr.
Nothing is more destructive of respect for the government and the law of the land than passing laws which cannot be enforced.
Albert Einstein
Fico tão emotivo com este tipo de coisa...
hehehe
quarta-feira, abril 01, 2009
Sobre Soberania.
Novamente aos reclames, este motivado por duas notícias bem típicas no nosso mundo:
i) a Liga Árabe, por unanimidade, aprovou uma moção de apoio ao 'presidente' do Sudão contra o 'temível' e 'colonialista' Tribunal Penal Internacional (não que eu espere algo dos países árabes além de problemas);
ii) o presidente Lula estava na Cúpula Árabe atual e tinha sido escalado para sentar junto ao sudanês, mas fugiu tanto de sentar junto a ele quanto de o criticar (óbvio).
Primeiramente, sobre a idéia de que a decisão do TPI seria colonialista ou ofenderia a soberania do Sudão. Creio que ofende sim a soberania do Sudão, mas presumo que todos saibam que soberania é relação de poder. A idéia que povos 'fracos' seriam soberanos ou teriam direito a soberania não surge deste conceito, mas do de 'Auto-determinação dos povos'.
Conceito este que é oriundo do poço ideológico dos Direito Humanos, vem a idéia que cada indivíduo deve ser livre, logo os grupamentos deles também, se um indivíduo não pode ser obrigado contra seus direitos, por que ele o poderia quando em grupos?
Mas dado o 'bom moçismo' ideológico que hoje temos parecemos esquecer que a idéia que permite que os bandidos no governo de tantos países suportam sua soberania nos direitos que esmagam. E o mais importante, a falta de coragem e vontade dos países 'ocidentais' para corrigir isso apenas contribui para agravar e manter tal situação.
São apenas as fragilidades morais e intelectuais atuais de nossas sociedades.
E para um pouco de polêmica:
O problema da Guerra do Iraque, não é que o Bush tenha invadido o Paquistão e o Iraque, mas que tenha parado neles. E ter deixado em pé o Sudão, Irã, Síria, Argélia, Líbia, Coréia do Norte... Este é o problema, o não fazer o 'serviço' direito...
i) a Liga Árabe, por unanimidade, aprovou uma moção de apoio ao 'presidente' do Sudão contra o 'temível' e 'colonialista' Tribunal Penal Internacional (não que eu espere algo dos países árabes além de problemas);
ii) o presidente Lula estava na Cúpula Árabe atual e tinha sido escalado para sentar junto ao sudanês, mas fugiu tanto de sentar junto a ele quanto de o criticar (óbvio).
Primeiramente, sobre a idéia de que a decisão do TPI seria colonialista ou ofenderia a soberania do Sudão. Creio que ofende sim a soberania do Sudão, mas presumo que todos saibam que soberania é relação de poder. A idéia que povos 'fracos' seriam soberanos ou teriam direito a soberania não surge deste conceito, mas do de 'Auto-determinação dos povos'.
Conceito este que é oriundo do poço ideológico dos Direito Humanos, vem a idéia que cada indivíduo deve ser livre, logo os grupamentos deles também, se um indivíduo não pode ser obrigado contra seus direitos, por que ele o poderia quando em grupos?
Mas dado o 'bom moçismo' ideológico que hoje temos parecemos esquecer que a idéia que permite que os bandidos no governo de tantos países suportam sua soberania nos direitos que esmagam. E o mais importante, a falta de coragem e vontade dos países 'ocidentais' para corrigir isso apenas contribui para agravar e manter tal situação.
São apenas as fragilidades morais e intelectuais atuais de nossas sociedades.
E para um pouco de polêmica:
O problema da Guerra do Iraque, não é que o Bush tenha invadido o Paquistão e o Iraque, mas que tenha parado neles. E ter deixado em pé o Sudão, Irã, Síria, Argélia, Líbia, Coréia do Norte... Este é o problema, o não fazer o 'serviço' direito...
terça-feira, março 31, 2009
Dos Consensos.
Uma sociedade precisa deles. Agora, quais consensos? E o que consenso é?
Bem, um consenso é algo que está entranhado profundamente na 'mente' do corpo social (embora quem me conheça saiba que isso de dar qualidades individuais a própria sociedade me parece deveras errado), algo que está acordado de modo subjacente as discussões e conflitos de idéias entre os indivíduos.
Em suma, são os pontos acordados, acertados e definidos entre os membros de uma sociedade. Normalmente, é assim que devam ser, são pontos generalizados e pouco aprofundados, no mais das vezes tratam das 'regras' do viver social e da luta pelo poder neste ambiente.
Estes consensos servem para ordenar a sociedade e permitir que as discordâncias e conflitos sejam mediados e corrigidos. Evitam que uma sociedade viva sobre um paz 'armada' uma paz formada exclusivamente em empregos de sanção.
Falo sobre isso pois creio que em nosso país tais consensos estão frágeis, como sempre o foram diga-se, e normalmente se limitam as 'leis de gerson' ou 'de perón' (a famosa aos amigos tudo aos inimigos a lei). Algo deveras preocupante.
Bem, um consenso é algo que está entranhado profundamente na 'mente' do corpo social (embora quem me conheça saiba que isso de dar qualidades individuais a própria sociedade me parece deveras errado), algo que está acordado de modo subjacente as discussões e conflitos de idéias entre os indivíduos.
Em suma, são os pontos acordados, acertados e definidos entre os membros de uma sociedade. Normalmente, é assim que devam ser, são pontos generalizados e pouco aprofundados, no mais das vezes tratam das 'regras' do viver social e da luta pelo poder neste ambiente.
Estes consensos servem para ordenar a sociedade e permitir que as discordâncias e conflitos sejam mediados e corrigidos. Evitam que uma sociedade viva sobre um paz 'armada' uma paz formada exclusivamente em empregos de sanção.
Falo sobre isso pois creio que em nosso país tais consensos estão frágeis, como sempre o foram diga-se, e normalmente se limitam as 'leis de gerson' ou 'de perón' (a famosa aos amigos tudo aos inimigos a lei). Algo deveras preocupante.
segunda-feira, março 30, 2009
Do Hakapik.
Novamente está aberta a temporada de caça as focas no Canadá. Algo que, apesar das pressões, o governo canadense se recusa, heroicamente, a acabar!
O tal hakapik, pelo que li, é um bastão muito legal,tem uma ponta de metal (para matar focas) e um gancho para que a caça não fuja.
Mas, por que a postagem?
Simples, mais uma temporada em que eu não vou poder ir lá para participar. Sim, eu queria fazer este programa turístico.
Não não vejo problemas de matar focas, e não considero ridícula a idéia de comparar as focas com pessoas, então se você for comentar para dizer se eu queria tomar porrada na cabeça, vai plantar coquinho e não pertube.
Poxa, imagine, conhecer o Canadá, as neves e gelos, focas e ainda por cima, CAÇAR FOCAS e até ganhar uma grana ou um casaco de peles com isso!!! Poxa muito muito legal diversão sadia e investimento!!!
Programão! Bem, tomara que a festa dure até eu ter grana para ir lá.
O tal hakapik, pelo que li, é um bastão muito legal,tem uma ponta de metal (para matar focas) e um gancho para que a caça não fuja.
Mas, por que a postagem?
Simples, mais uma temporada em que eu não vou poder ir lá para participar. Sim, eu queria fazer este programa turístico.
Não não vejo problemas de matar focas, e não considero ridícula a idéia de comparar as focas com pessoas, então se você for comentar para dizer se eu queria tomar porrada na cabeça, vai plantar coquinho e não pertube.
Poxa, imagine, conhecer o Canadá, as neves e gelos, focas e ainda por cima, CAÇAR FOCAS e até ganhar uma grana ou um casaco de peles com isso!!! Poxa muito muito legal diversão sadia e investimento!!!
Programão! Bem, tomara que a festa dure até eu ter grana para ir lá.
sábado, março 28, 2009
PF e prisões.
Presumo que dentre em pouco, se não já, termos pelo país diversas manifestações pedindo punições sumárias a Camargo Corrêa, de estupefação/revolta ante a libertação da 'dona' da Daslu (o que tem um duplo sentido interessante, afinal 'Dona' também serve de opção para madame/senhora, além do mais simples proprietária).
No mais simples, o segundo tema, cumpre ressaltar que os crimes da "madame daslu" são até onde sei tributários, e aí o judiciário está meio de mãos amarradas, a legislação penal-tributária pátria é pouco mais que um "vamos pagar gente!" mal disfarçado. Na maioria das vezes a pena de prisão só vale se não houver o pagamento da dívida/multas. Logo, eu creio que ela resolveu apresentar garantias/pagamentos e 'se mandou' do 'xilindró'. (Ou seja, votem direitinho em um depoutado federal que tenha como projeto mudar isso ou parem de reclamar)
Na operação da PF (castelo de areia, não? já vi nomes melhores, mas devem ter perdido o pique), não dá para falar muito. Espero que tenha sido bem montada. O trabalho policial é sempre ingrato e complicado e compente aos policiais (e promotores) terem sempre atenção e cuidado para evitar que sua ações sirvam de modo para propiciar a soltura ou a não-punição de malfeitores. (Não digo juizes, pois juiz não tem lado, ou não devia ter)
No mais simples, o segundo tema, cumpre ressaltar que os crimes da "madame daslu" são até onde sei tributários, e aí o judiciário está meio de mãos amarradas, a legislação penal-tributária pátria é pouco mais que um "vamos pagar gente!" mal disfarçado. Na maioria das vezes a pena de prisão só vale se não houver o pagamento da dívida/multas. Logo, eu creio que ela resolveu apresentar garantias/pagamentos e 'se mandou' do 'xilindró'. (Ou seja, votem direitinho em um depoutado federal que tenha como projeto mudar isso ou parem de reclamar)
Na operação da PF (castelo de areia, não? já vi nomes melhores, mas devem ter perdido o pique), não dá para falar muito. Espero que tenha sido bem montada. O trabalho policial é sempre ingrato e complicado e compente aos policiais (e promotores) terem sempre atenção e cuidado para evitar que sua ações sirvam de modo para propiciar a soltura ou a não-punição de malfeitores. (Não digo juizes, pois juiz não tem lado, ou não devia ter)
segunda-feira, março 23, 2009
Futebol!!!
Sou brasileiro. E homem (como o gênero do substantivo já indicava), logo algum dia eu tenho que falar de futebol.
Inicialmente, devo dizer que finalmente está dando para sorrir com o meu VASCÃO de novo em especial quando deu para dar um belo cala boca no pessoal chatinho do Fla, ser o time que mais fez pontos no campeonato ajuda mais ainda!
Agora, para não diferenciar do tom mais marcante de nosso blog...
PUTAQUEOPARIU!!!! é pré-requisito para ser promotor que cuida de violência de estádio em São Paulo jogar o celebro fora?? Primeiro aquela sumidade dos cursinhos do Capez me resolve que é uma boa medida proibir ANDAR COM CAMISA DE TIME em dia de jogo... (nem vou falar sobre a constitucionalidade da proposta, mas só por um detalhe se a porcaria da polícia não consegue estar em lugares suficientes para evitar a violência eles vão conseguir ver se está todo mundo sem a camisa do time??? Capez o trofeu cabeçadebagre vai para vc!!!).
Mas agora temos um sucessor a altura!!! Além de pérolas do tipo: "o torcedor de bem vai no camarote visa/mastercard" (torcedor de bem é quem tem grana não??), e brigar com imagens (tipo na briga das organizadas do santos contra a polícia) insistindo no que não existe e defender que o melhor modo de evitar brigas e violências nos estádios seja esvazia-los, o infeliz da toupeira que me sucede o Capez resolve apoiar uma "carteirinha do torcedor"... Agora:
o ministro do pcdob (provavelmente ex-ujs, e une) querer carteirinha eu até entendo, afinal ele deve lembrar os bons tempos que ele depenava os cofres daquele grupo de pelegos;
o nosso presidente que deve assinar sem ler e não é lá um grande intelectual achar que está tudo bem também está legal;
mas uma merda de um promotor que teve que fazer uma faculdade de direito e teoricamente passar bem em um concurso (difícil para caralho para os reles mortais) me arrumar mais uma identificação (para quem já tem a civil e pode apresentá-la) com claros fins de impor sanção me parece estúpido e esquecido demais... não sei por que mas existe alguma regra no Brasil - norma legal mesmo, que faz parte escrita do ordenamento - que diz da desnecessidade de maiores identificações que a civil quando realizada...
Pessoalmente, se eu sou os clubes eu fazia greve e se sou das organizadas dava um jeito dos meus associados entrarem com um mandado de segurança coletivo (em caráter preventivo) contra estew tipo de bobagem que só vai servir para ROUBAREM mais um dinheirinho nosso (ou alguém acha que a carteirinha vai sair de graça ou vai sair rápido??? hahahahahah!!! otário...)
Inicialmente, devo dizer que finalmente está dando para sorrir com o meu VASCÃO de novo em especial quando deu para dar um belo cala boca no pessoal chatinho do Fla, ser o time que mais fez pontos no campeonato ajuda mais ainda!
Agora, para não diferenciar do tom mais marcante de nosso blog...
PUTAQUEOPARIU!!!! é pré-requisito para ser promotor que cuida de violência de estádio em São Paulo jogar o celebro fora?? Primeiro aquela sumidade dos cursinhos do Capez me resolve que é uma boa medida proibir ANDAR COM CAMISA DE TIME em dia de jogo... (nem vou falar sobre a constitucionalidade da proposta, mas só por um detalhe se a porcaria da polícia não consegue estar em lugares suficientes para evitar a violência eles vão conseguir ver se está todo mundo sem a camisa do time??? Capez o trofeu cabeçadebagre vai para vc!!!).
Mas agora temos um sucessor a altura!!! Além de pérolas do tipo: "o torcedor de bem vai no camarote visa/mastercard" (torcedor de bem é quem tem grana não??), e brigar com imagens (tipo na briga das organizadas do santos contra a polícia) insistindo no que não existe e defender que o melhor modo de evitar brigas e violências nos estádios seja esvazia-los, o infeliz da toupeira que me sucede o Capez resolve apoiar uma "carteirinha do torcedor"... Agora:
o ministro do pcdob (provavelmente ex-ujs, e une) querer carteirinha eu até entendo, afinal ele deve lembrar os bons tempos que ele depenava os cofres daquele grupo de pelegos;
o nosso presidente que deve assinar sem ler e não é lá um grande intelectual achar que está tudo bem também está legal;
mas uma merda de um promotor que teve que fazer uma faculdade de direito e teoricamente passar bem em um concurso (difícil para caralho para os reles mortais) me arrumar mais uma identificação (para quem já tem a civil e pode apresentá-la) com claros fins de impor sanção me parece estúpido e esquecido demais... não sei por que mas existe alguma regra no Brasil - norma legal mesmo, que faz parte escrita do ordenamento - que diz da desnecessidade de maiores identificações que a civil quando realizada...
Pessoalmente, se eu sou os clubes eu fazia greve e se sou das organizadas dava um jeito dos meus associados entrarem com um mandado de segurança coletivo (em caráter preventivo) contra estew tipo de bobagem que só vai servir para ROUBAREM mais um dinheirinho nosso (ou alguém acha que a carteirinha vai sair de graça ou vai sair rápido??? hahahahahah!!! otário...)
Do Aborto, Drogas e suas liberações.
Bem, em virtude das minhas últimas postagens (relativos a errônea interpretação da opção do arcebispo de recife) talvez minha opinião (que acho já ter expressado em alguma postagem) sobre o assunto "aborto" e mesmo sobre coisas similares como a legalização/liberação das drogas tenha ficado meio obscurecida, e nesta espero poder acertar isso. Caso a impressão seja errada, conto com a com compreensão de meus parcos leitores.
Embora seja católico e como tal considere o aborto um pecado mortal (e passível da maior penalidade institucional pela ICAR, esta vetusta instituição interessada em almas e não carnes, em seus melhores e mais brilhantes momentos), sou também contrário a que ele seja criminalizado pelo Estado, e pelos mesmos motivos pelos quais sou a favor da liberação e legalização de toda e qualquer droga. Ideologicamente, eu sou - ou pelo menos gosto de pensar que sou - liberal (embora 'traia' meu antecessores e não espose seu anticlericalismo), e gosto de pensar que as pessoas (depois de uma certa idade ou pelo menos até que assim se declarem) são grandinhas e inteligentes o suficiente para tomar suas próprias decisões e pagar por elas (logo sempre achei muito estúpida a idéia que 'o povo brasileiro é bom e padece sob o peso de uma elite política corrupta', balela, o povo é tão bom quanto suas elites e vice-versa).
Logo, embora ache fundamentalmente - e moralmente - errado a realização de um aborto (em qualquer ocasião) não creio defensável que o Estado escolha no lugar da pessoa se ele deva ser realizado ou não, nem que este mesmo Estado decida o que uma pessoa possa usar de psicotrópicos. Em ambos os casos a escolha é pessoal e moral, se a pessoa acha legal ficar falando feito retardado depois de fumar maconha isto é problema dela, se ela acha que deve matar um feto, problema dela também. No primeiro caso ela danifica sua saúde e no segundo (pelo menos para aqueles de minha religião) condena sua alma a danação eterna.
Agora, em ambos os casos não é possível uma posição de simples liberar, explico:
Aborto: certo um aborto é uma opção moral pessoal, mas é escolha da futura mãe ou o pai também pode dar pitaco? Terá o pai direito a impedir um aborto? Mais, se os ditos pais não tem direitos ou voz sobre a vida/nascimento de seus rebentos, é correto responsabilizá-los quando estes nascem vivos? Eles podem ser exigidos a pagar o sustento deles, se a decisão foi exclusivamente da mulher? E quem deve pagar pela intervenção? O Estado? Mas por que ele pagaria se a escolha a ter a relação foi das próprias pessoas? E quando será possível fazê-lo? Será correto um aborto eugênico? Mas se não o for, caberia apenas a mulher ou o casal não motivar o aborto. E por que eles deveriam motivar?
Drogas: quem poderá comprar ou produzir? Será necessário que o Estado crie ou ofereça tratamentos de recuperação para os viciados? E se o fizer por que deveria? Afinal ninguém do Estado obrigou o cidadão a usar drogas. E os problemas de saúde relacionados? Será correto que o Estado arque com eles? Eu não creio.
Logo, para mim, ambas as condutas (idiotas creio eu) podem e devem ser descriminalizadas (mas apenas quando as perguntas forem decididas e quando as conseqüências das mudanças forem enfrentadas, algo que nós no Brasil não temos costume de fazer, muito pelo contrário), pois não creio que possa caber ao Estado cuidar a alma ou moral de um cidadão (embora creia que todos os grupos de pressão devam se expressar e tenham direito de tentar convencer pessoas a usar ou não drogas e fazer ou não abortos)
Embora seja católico e como tal considere o aborto um pecado mortal (e passível da maior penalidade institucional pela ICAR, esta vetusta instituição interessada em almas e não carnes, em seus melhores e mais brilhantes momentos), sou também contrário a que ele seja criminalizado pelo Estado, e pelos mesmos motivos pelos quais sou a favor da liberação e legalização de toda e qualquer droga. Ideologicamente, eu sou - ou pelo menos gosto de pensar que sou - liberal (embora 'traia' meu antecessores e não espose seu anticlericalismo), e gosto de pensar que as pessoas (depois de uma certa idade ou pelo menos até que assim se declarem) são grandinhas e inteligentes o suficiente para tomar suas próprias decisões e pagar por elas (logo sempre achei muito estúpida a idéia que 'o povo brasileiro é bom e padece sob o peso de uma elite política corrupta', balela, o povo é tão bom quanto suas elites e vice-versa).
Logo, embora ache fundamentalmente - e moralmente - errado a realização de um aborto (em qualquer ocasião) não creio defensável que o Estado escolha no lugar da pessoa se ele deva ser realizado ou não, nem que este mesmo Estado decida o que uma pessoa possa usar de psicotrópicos. Em ambos os casos a escolha é pessoal e moral, se a pessoa acha legal ficar falando feito retardado depois de fumar maconha isto é problema dela, se ela acha que deve matar um feto, problema dela também. No primeiro caso ela danifica sua saúde e no segundo (pelo menos para aqueles de minha religião) condena sua alma a danação eterna.
Agora, em ambos os casos não é possível uma posição de simples liberar, explico:
Aborto: certo um aborto é uma opção moral pessoal, mas é escolha da futura mãe ou o pai também pode dar pitaco? Terá o pai direito a impedir um aborto? Mais, se os ditos pais não tem direitos ou voz sobre a vida/nascimento de seus rebentos, é correto responsabilizá-los quando estes nascem vivos? Eles podem ser exigidos a pagar o sustento deles, se a decisão foi exclusivamente da mulher? E quem deve pagar pela intervenção? O Estado? Mas por que ele pagaria se a escolha a ter a relação foi das próprias pessoas? E quando será possível fazê-lo? Será correto um aborto eugênico? Mas se não o for, caberia apenas a mulher ou o casal não motivar o aborto. E por que eles deveriam motivar?
Drogas: quem poderá comprar ou produzir? Será necessário que o Estado crie ou ofereça tratamentos de recuperação para os viciados? E se o fizer por que deveria? Afinal ninguém do Estado obrigou o cidadão a usar drogas. E os problemas de saúde relacionados? Será correto que o Estado arque com eles? Eu não creio.
Logo, para mim, ambas as condutas (idiotas creio eu) podem e devem ser descriminalizadas (mas apenas quando as perguntas forem decididas e quando as conseqüências das mudanças forem enfrentadas, algo que nós no Brasil não temos costume de fazer, muito pelo contrário), pois não creio que possa caber ao Estado cuidar a alma ou moral de um cidadão (embora creia que todos os grupos de pressão devam se expressar e tenham direito de tentar convencer pessoas a usar ou não drogas e fazer ou não abortos)
quinta-feira, março 19, 2009
Da Transigência.
tran.si.gir \z\ v. {mod.24} t.i. e int. 1 (prep. com) chegar a acordo com mútuas concessões; conciliar, ceder 2 (prep. com) ser tolerante com; condescender ~ transigente adj.2g.s.2g.
Segundo consta do noticiário político pátrio não temos nas casas legislativas um poucos corruptos e uma maioria silenciosa de boas pessoas, muito pelo contrário, temos uma maioria de aproveitadores e descumpridores de suas funções.
Explico, e mesmo motivo o título escolhido, a partir do momento que um ocupante de um cargo público se cala, permite que algo errôneo (não apenas ilícito, mas também os amorais, moralidade é princío administrativo, não é? hehe) passe "em branco" sem a devida denuncia e apuração (e espera-se uma punição) ele também torna-se merecedor de reprimenda.
Mas por que os não "ativamente" corruptos se calam? Por que eles se acomodaram com aquilo que dispõe no momento, consideram mais importante a função que possuem (os benefícios do cargo) que a própria função, sendo efetivamente corruptos, mas apenas são uns cuja propina é o próprio subsídio/salário. Eles transigem com os corruptos, aceitando sua presença e suas práticas, para alcançar seus objetivos, sejam estes aprovar uma matéria, conseguir uma verba, realizar uma obra ou menos continuar a ter seu emprego.
Por este tipo coisa somos obrigados a ver algo como Collor tomando a mais moralizante providência dos ulltimos anos no Senado... Ou vermos lições de moral serem dadas por certas figuras em público no senado. Ou o senador 'Cocker Spaniel' de minas abrirem a boca.
Nestas horas dá uma saudade da República Velha...
ps. estou plenamente ciente que eu também devesse fazer algo, mas sou acomodado e embora queria não possuo cargo ou emprego público, mas me cobrem quando eu o tiver.
Segundo consta do noticiário político pátrio não temos nas casas legislativas um poucos corruptos e uma maioria silenciosa de boas pessoas, muito pelo contrário, temos uma maioria de aproveitadores e descumpridores de suas funções.
Explico, e mesmo motivo o título escolhido, a partir do momento que um ocupante de um cargo público se cala, permite que algo errôneo (não apenas ilícito, mas também os amorais, moralidade é princío administrativo, não é? hehe) passe "em branco" sem a devida denuncia e apuração (e espera-se uma punição) ele também torna-se merecedor de reprimenda.
Mas por que os não "ativamente" corruptos se calam? Por que eles se acomodaram com aquilo que dispõe no momento, consideram mais importante a função que possuem (os benefícios do cargo) que a própria função, sendo efetivamente corruptos, mas apenas são uns cuja propina é o próprio subsídio/salário. Eles transigem com os corruptos, aceitando sua presença e suas práticas, para alcançar seus objetivos, sejam estes aprovar uma matéria, conseguir uma verba, realizar uma obra ou menos continuar a ter seu emprego.
Por este tipo coisa somos obrigados a ver algo como Collor tomando a mais moralizante providência dos ulltimos anos no Senado... Ou vermos lições de moral serem dadas por certas figuras em público no senado. Ou o senador 'Cocker Spaniel' de minas abrirem a boca.
Nestas horas dá uma saudade da República Velha...
ps. estou plenamente ciente que eu também devesse fazer algo, mas sou acomodado e embora queria não possuo cargo ou emprego público, mas me cobrem quando eu o tiver.
terça-feira, março 17, 2009
...
Quais reclames postarei?
Não que façam diferença, por óbvio.
Cada vez, cada momento que passa mais coisas que pareceriam absurdas e ridículas acontecem.
Afinal olhe-se o Senado da República. Por detalhe algum dia alguém olhe seus anais e note as personagens que já nele estiveram e as que hoje nele estão... Este é um momento de passagem histórica tal qual a considerava Platão com todo seu pessimismo com a passagem do tempo. Se tudo caminhar para entropia, para uma piora nós estamos correndo até em desbaratada carreira.
Sem falarmos é claro de todos os antigos escândalos sem resposta que vão se juntando, juntando. Tal qual algumas cidades antigas eram feitas sobre suas percusoras em morros de ruínas, nossa política e vivência são construídas sobre mal esquecidos escândalos.
E a tão pouco a se fazer, pois isto pouco mais é que reflexo do que somos ou queremos para nós mesmos.
Não que façam diferença, por óbvio.
Cada vez, cada momento que passa mais coisas que pareceriam absurdas e ridículas acontecem.
Afinal olhe-se o Senado da República. Por detalhe algum dia alguém olhe seus anais e note as personagens que já nele estiveram e as que hoje nele estão... Este é um momento de passagem histórica tal qual a considerava Platão com todo seu pessimismo com a passagem do tempo. Se tudo caminhar para entropia, para uma piora nós estamos correndo até em desbaratada carreira.
Sem falarmos é claro de todos os antigos escândalos sem resposta que vão se juntando, juntando. Tal qual algumas cidades antigas eram feitas sobre suas percusoras em morros de ruínas, nossa política e vivência são construídas sobre mal esquecidos escândalos.
E a tão pouco a se fazer, pois isto pouco mais é que reflexo do que somos ou queremos para nós mesmos.
domingo, março 08, 2009
Sobre um comentário
Bem, cara Júlia Cristina, minha única comentarista, eu disse inglaterra pois considerava que ela que exerceu o poder colonial naquela coleção de tribos imbecis e incapazes de conviverem sozinhas daquele pedaço de Africa esquecido dos homens.
E por mais defeitos que os europeus (e até americanos) tenham hoje em dia, massacres religiosos estão um pouco aquem das possibilidades morais deles agora. Creio que eles já passaram da fase de tolerar isso.
E no mais de que adiantou a descolonização africana? Para que os Africanos pudessem se matar e morrer de fome? Se eles não conseguem viver e conviver sem estarem sob julgo de alguma nação estrangeira eles tinham mais que aceitar um 'cabresto' e serem 'educados' para virem feito gente.
Mas, o pior sobre a Africa é ver seus lideres usarem de palavrinhas de ordem medonhas e ridiculas que um dia significaram algo e cada vez que são proferidas por eles perdem algo de sua beleza pura para justificar suas brutalidades barbaries e rapinas.
Kant dizia que com o iluminismo, a chegada as luzes o ser humano tinha atingido um estado de maioridade moral e intelectual. Mas, como a Alemanha primeiro provou este estado pode ser facilmente esquecido, e mais a Africa e seus dirigentes desde a muito provam que as luzes inda são poucas e são usadas para "com a melhor das intenções" manter as treevas em suas posições...
E por mais defeitos que os europeus (e até americanos) tenham hoje em dia, massacres religiosos estão um pouco aquem das possibilidades morais deles agora. Creio que eles já passaram da fase de tolerar isso.
E no mais de que adiantou a descolonização africana? Para que os Africanos pudessem se matar e morrer de fome? Se eles não conseguem viver e conviver sem estarem sob julgo de alguma nação estrangeira eles tinham mais que aceitar um 'cabresto' e serem 'educados' para virem feito gente.
Mas, o pior sobre a Africa é ver seus lideres usarem de palavrinhas de ordem medonhas e ridiculas que um dia significaram algo e cada vez que são proferidas por eles perdem algo de sua beleza pura para justificar suas brutalidades barbaries e rapinas.
Kant dizia que com o iluminismo, a chegada as luzes o ser humano tinha atingido um estado de maioridade moral e intelectual. Mas, como a Alemanha primeiro provou este estado pode ser facilmente esquecido, e mais a Africa e seus dirigentes desde a muito provam que as luzes inda são poucas e são usadas para "com a melhor das intenções" manter as treevas em suas posições...
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